terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Carro não é ativo!




A DESVALORIZAÇÃO DO VEÍCULO



“Carro não é ativo!”

Acho que para a grande maioria que esta aqui na blogosfera de finanças já ouviu e já sabe disso, mas como não podemos fugir desse “passivo” que hoje em dia esta mais para um “mal necessário”, porém bem custoso. 


Então vamos lá!


Quando se compra um automóvel, a grande maioria das vezes é no impulso, não levamos em conta nenhum dos fatores que contribuem para uma maior ou menor desvalorização do automóvel no mercado. A escolha da cor, por exemplo, é um desses fatores. Tons mais neutros costumam ser mais valorizados em relação aos tons mais vibrantes.

O tipo de veiculo, preço da manutenção e disponibilidade de peças influencia no valor de revenda do carro. Os que menos se depreciam são os populares e nacionais. Manter a originalidade de fábrica do carro e a periodicidade das revisões, além da documentação em dia, ajuda muito a amenizar as perdas. Já as personalizações, como envelopamento e motores turbinados, aumentam a desvalorização do automóvel.

O estado de conservação do carro, tanto interno quanto externo, é um dos quesitos mais levados em consideração no momento de escolher um carro.

A depreciação de veículos é o valor anual que um carro perde conforme o tempo passa. Como é de se esperar, carro que sai da concessionária já não é mais zero, e, consequentemente, não poderá ser revendido pelo mesmo preço fixado enquanto não estava emplacado.

Essa depreciação com fundamento legal tem como parâmetro um percentual fixado artificialmente como forma de pautar o fisco pela desvalorização sofrida pelos bens de diversos tipos, sobre os quais incidem impostos calculados com base em seu valor de mercado.

No entanto, os valores reajustados recentemente pelas montadoras não andam sendo atualizado pela Fipe, o que causa uma grande diferença nos valores, tanto nos novos quanto nos usados, prejudicando não só a comercialização ou avaliação de veículos, mas também impactando diretamente nas indenizações feitas pelas seguradoras.

Na hora de negociar um veiculo usado, a Tabela Fipe serve como base de preços de negociações, pois é utilizada como referencia de compra, para lojas e concessionarias.

Mas, como o mercado de usados é muito sensível à lei da oferta e da procura, os valores de mercado tendem a cair em épocas de baixa procura.



Forte abraço a todos.



sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Metas 2017






Post rápido para registrar as minhas metas financeiras para 2017.


No ano que passou tive um bom avanço financeiro como relatado no post anterior de fechamento de dezembro. Foi bem significativo, graças aos aportes que fiz no decorrer do ano. Para 2017 fiz algumas contas e previsões e cheguei a alguns números.




Sendo bem realista e considerando o meu salário e meus gastos mensais, e já sabendo que em 2017 terei mais despesas, estarei criando as metas que seja pelo menos alcançáveis. Desse modo, seguirei firme para manter a estratégia aqui definida para que eu chegue ao final do ano com elas cumpridas ou pelo menos próximo do alvo.

São elas:

Ø  Chegar ao final do ano com a quantia de R$ 50.000,00 em investimentos;
Ø  Aportar mensalmente e fielmente o valor de R$ 500,00;
Ø  Chegar a um rendimento mensal de renda passiva de R$ 200,00;
Ø  Montar uma carteira de ações com no mínimo 5 e no máximo 10 boas empresas;
Ø  Resgatar os dois CDB’s que vencerão ao longo de 2017 e reinvesti-los; e
Ø  Receber um total de R$ 1.200,00 de aluguéis até o fim do ano.


Se os meus planos derem certo e a minha mudança de cidade/trabalho se concretizar, irei aportar um valor extra considerável já no primeiro semestre, e com isso, chegar ou até mesmo ultrapassar a meta financeira para o ano. Se a meta for alcançada antes do previsto (final do ano), farei a revisão elevando os valores e ajustando para que fique dentro de minhas possibilidades.






Então é isso!

A todos um bom 2017 e muito boa sorte.

BONS VENTOS E MARES TRANQUILOS. 




Evolução

                        
2016




JANEIRO → R$ 20.371,82

FEVEREIRO → R$ 20.574,43

MARÇO → R$ 20.811,55

ABRIL → R$ 21.029,48

MAIO → R$ 21.271,86

JUNHO → R$ 21.432,59

JULHO → R$ 22.185,76

AGOSTO → R$ 22.890,26

SETEMBRO → R$ 33.317,10

OUTUBRO → R$ 34.986,88

NOVEMBRO → R$ 35.563,83

DEZEMBRO → R$ 36.133,12